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Uma semana em Taizé


Na primeira semana de setembro, 54 alunos do nosso colégio estiveram na comunidade ecuménica Taizé, em França. Acompanhados pelo Padre Luís Onofre e por um grupo de cinco ex-alunos, estes jovens de 17 e 18 anos passaram a semana em comunidade com pessoas de dezenas de outros países, numa rotina marcada por três orações diárias, trabalho comunitário, reflexões bíblicas orientadas por Irmãos da comunidade e grupos internacionais de partilha.


Aqui ficam alguns dos seus testemunhos:

«Enquanto adolescente prestes a passar para o 12º ano, a ideia de deixar a adrenalina toda do verão para ir para um lugar simples, calmo e desconhecido, não era a mais aliciante. Mas a partir do momento em que pus os pés naquela comunidade, posso dizer que, durante uma semana, me senti a pessoa mais feliz do mundo. Taizé é transformador. Os momentos de oração, tão diferentes daqueles a que estava habituada, permitiram-me aprender a rezar de novas formas e a sentir-me ligada a Deus como nunca me tinha sentido. Mas o que mais me marcou foram as pessoas e a vida em comunidade. Uma comunidade em que quando se sorri a alguém, a pessoa sorri de volta. Fazer amigos das mais variadas nacionalidades e perceber que somos todos tão diferentes, mas tão iguais ao mesmo tempo, fez-me olhar para o mundo com outros olhos. Ouvir os diferentes pontos de vista e opiniões sobre os mais diversos assuntos (religião, gostos musicais, tradições culturais, etc.) ajudou-me a crescer. Em Taizé as amizades que fiz foram tão incríveis, que o momento da despedida terminava sempre com a pergunta “Quanto é que custa um bilhete de avião para o teu país, para eu te poder ir visitar?”. Por fim, no meio de uma semana tão intensa em que conheci tanta coisa e tantas pessoas, sinto que também me fiquei a conhecer melhor a mim mesma. Foi um caminho de “Deus, os outros e eu”. A verdade é que a experiência em Taizé não é algo que se escreve, é algo que se vive, por isso encontrar as palavas certas para descrever o que experienciei não é fácil. Uma coisa é certa: ainda nem uma semana passou desde que regressei, e as saudades e a vontade de voltar já são imensas. Sinto uma eterna gratidão pelo que vivi em Taizé.» (Madalena Bicho)

«Após uma semana em Taizé, posso dizer à vontade que as expectativas foram mais que superadas. É um espaço muito acolhedor e calmo, onde cada um pode viver a sua fé, seja ela qual for, da maneira que desejar, sempre com respeito pelo próximo. É uma oportunidade para poder parar um pouco a vida atarefada de todos nós e ter tempo de reflexão profunda, tempo para nos conhecermos melhor também. Além disso, também tive a oportunidade de conhecer pessoas fantásticas, quer em grupos de discussão ou à noite no Oyak. Pessoas que não conheci para esquecer, mas que se tornaram amigos para a vida e que guardaram um lugar especial no meu coração. É uma experiência que recomendo muito e que de certeza vou repetir.» (Dinis Madeira)

«Rapidamente me habituei à vida de Taizé, à rotina, aos espaços e às pessoas. Digo rapidamente, porque, ainda que nos primeiros dias tenha estranhado aquela vida, em apenas uma semana me senti mesmo em casa e em grande paz naquele lugar. Como se lá tivesse passado um tempo mais largo da minha vida. Acho que este sentimento se deve à verdade e à profundidade vivida em Taizé.
Na comunidade, somos chamados à simplicidade, distantes do acessório e do que nos distrai. Para mim, ajudou-me estar mais desligada do telefone, tive mais foco no essencial, sendo mais verdadeira e autêntica.
Os momentos de silêncio e orações pessoais eram mesmo profundos e senti que essa profundidade era continuada nas relações com os outros; quer em partilhas, quer em conversas nas refeições, quer em trabalhos. Mesmo que estes momentos fossem bastante distintos uns dos outros, o fio condutor entre todos eles é o sentido de comunidade e de comunhão com Deus.»  (Rita Santos)

«Taizé superou definitivamente as minhas expectativas em todos os aspetos!
Fui com algum receio das atividades e orações que iriamos ter, mas rapidamente percebi que é uma experiência incrível, da qual se pode tirar muito.
Desde a limpeza animada das casas de banho até aos cânticos lindos de taizé e as propostas de oração, tudo se revelou enriquecedor e contribuiu para uma das melhores semanas deste verão!» (Dinis Cruz)

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